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sexta-feira, 19 de abril de 2013

Sonhos panicosos

Esta noite tive um pesadelo. Odeio, odeio acordar com o coração a bater muito, assustada, e logicamente depois não consigo dormir. O que faz com que eu esteja acordada desde as 8 da manhã.

É um sonho recorrente, os sítios mudam, as pessoas mudam (muitas vezes nem há pessoas), as situações mudam mas o tema é sempre o mesmo: Cobras.

Odeio sonhar com cobras, acho que é possível que tenha desenvolvido um pavor às cobras, só e apenas pelos sonhos que tenho. Uma vez toquei numa com um dedo e assim com o braço bem esticado, lá ao longe e com a cabeça dela bem longe de mim. Foi numa discoteca, numa demonstração de gente valente que põe cobras de 3 metros ao pescoço. Achei nojento, é um bicho frio e semi-peganhento. Burrrrggg, não gostei nada. Mas fora isso nunca tive contacto com cobras em lado nenhum.

No entanto, sonho várias vezes com cobras e acordo no segundo antes delas me matarem/picarem qualquer coisa assim. Fico com suores só de pensar. Desta vez enfiaram-me num elevador (por si só já é mau) com duas cobras, uma verde e uma vermelha e elas estavam enroladas uma na outra, pareciam uma mangueira. Mas as cabeças com aquelas línguas nojentas (estou toda arrepiada!) estavam ali, a olhar para mim e eu contava os andares e nunca mais chegávamos, eu planeava abrir a porta e dar-lhes um chuto para bem longe de mim, mas quando estamos quase a chegar, elas atiram-se a mim e eu acordo antes que me mordam.

Pavor, pânico.

(Quem se lembra destes desenhos animados?)

quarta-feira, 20 de março de 2013

Medo, muito medo.

Esta noite sonhei que um parque ao pé da minha casa tinha, além dos baloiços, guaxinins. E eram guaxinins fofinhos que nos deixavam fazer-lhes festinhas (uma espécie de Mikko da Pocahontas). O problema foi quando os guaxinins se transformaram em "adoráveis" meninas que nos deixavam fazer-lhes festinhas nos longos cabelos.

Assustador, acreditem.


sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Há coisas que nunca mudam

Podem passar 10, 20, 50 anos. Posso envelhecer tanto, tanto, tanto que após me sentar na sanita vou pensar "Será que já fiz, ou ainda vou fazer?".

Mas ponham-me a tocar "Feijão com Arroz" da Daniela Mercury e eu debito ali na hora todas as letras, músicas, melodias e todas as memórias de infância.

Foram muitas horas, muitos dias e até alguns anos a calçar as botas largas da Mommy e a fingir que actuava perante milhões de pessoas (tudo rapazes giros, claro).

Há coisas que estão no sangue e por mais que tentem é impossível tirar. (E logo a mim, que sou mula no que toca a teimosia)